segunda-feira, 15 de setembro de 2014

COMENTÁRIOS DE FÉ


QUANDO É PRECISO SAIR DO LUGAR SEGURO. Amados, o Sl. 4: 8b diz: "Porque só tu, Senhor, me fazes habitar seguro". (cont.)

terça-feira, 10 de dezembro de 2013


A PRIMEIRA VEZ A GENTE NUNCA ESQUECE.

Lembro-me do meu chamado. Não fui chamado por acaso. No Século passado, mais precisamente no ano de 1954, eu saía da escola no meu 1º ano, e ouvi um toque de acordion na Praça José Hoffman conhcida popularmente como "Praça do Juca", na Av. Ernesto Vilela. Tratava´se de uma senhora de cabelos brancos naturais, aparentando 45 anos e falava com sotaque estrangeiro. Ela tinha um flanelógrafo e contou a história  uma mulher viúva que tinha dois filhos pequenos. Ela era lavadeira de roupas e assim criava sozinha os seus filhos. Um certo dia enquanto lavava roupas as crianças brincavam no mato. As crianças mexeram e derrubaram um ninho de vespas perigosas, as vespas voaram em direção das crianças que sairam correndo e  gritando pelo nome da mãe. Quando a mãe chegou a ele nada mais lhe restava a fazer, então levantou o avental e escondeu os filhos abrigando-os das vespas mas a mãe foi picada  pelos insetos e ficou com o rosto e braços deformados. A mulher comentou que Deus por seu amor tão grande, deu o seu filho Jesus para ser machucado e morto na cruz para nos salvar. Disse também que Jesus tinha todas as soluções, sendo ferido em nosso lugar. Depois fez um apelo perguntando quem aceitaria a Jesus Cristo como salvador da sua alma e ninguém se manisfetou, então, eu levantei a minha mão e ela me chamou para frente e fez imposição de mãos na sobre a minha cabeça. Foi a minha primeira imposição de mãos por um pastor. 
    Aquela miulher nos ensinou o meu primeiro hino, dizia assim: _Estou alegre, estou alegre/ Segunda, Terça, Quarta, Quinta, Sexta, Sábado, Domingo/ Estou alegre, Estou Alegre/ Porque Cristo é o meu bom pastor/.
SEGUNDA IMPOSIÇÃO DE MÃOS
    Dois anos mais tarde, chegou em frente a minha casa um homem e uma mulher viajando em uma bonita e cuidada carroça puxada por dois lindos cavalos. Ele era bem velho e ela era  jovem. Pediram à minha Mãe permissão para deixar a carroça em frente a nossa casa e minha minha permitiu. O homem se apresentou com o nome Francisco e era Evangelista da Igreja Evangélica Assembléia de \Deus de União da Vitória, e ela contou que teve uma orientação de Deus para segui-lo na evangelização. Por volta das 6 horas da tarde, ela pediu para usar o nosso fogão para fazer uma comida e que seria um prazer jantarmos com eles. Após a preparação da janta, ela pôs à mesa e buscou na carroça duas Bíblias e dois hinários. Cantaram um hino que dizia Cristo pra mim/ Cristo pra mim/; depois cantaram outro que dizia /Tu precisas de Jesus/. Leram a Bíblia , comentaram sobre a salvação e fizeram apelo para aceitarmos Jeus como salvador e a minha disse que sentia muito mas era católica. Então aquele casal de evangelistas oraram e colocaram as mãos sobre nossas cabeças. Foi a segunda vez que uma pessoa ligada ao evangelismo em nome Deus impunha as mãos sobre a minha cabeça. Eu tinha 9 para 10 anos. Como esquecer isso?  Eu não me tornei pastor por acaso.
                Abraços,
                                 Pr. Antonio Pedro Silva

    

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

                          A PRIMEIRA VEZ NINGUÉM ESQUECE
                                  (TESTEMUNHO)

    Na minha bela cidade de Ponta Grossa no Estado do Paraná, no Bairro Nova Rússia, numa rua paralela com a Av. Ernesto Vilela tinha uma Escola de nome Grupo Escolar Professor Amálio Pinheiro que ficava em frente a uma Praça chamada Praça José Hoffmann, conhecida como Praça do Juca. Lá, tinha um pequeno zoológico.
   Era o meu primeiro ano de escola, já no fim do ano, numa tarde quando eu saía da escola como sempre ficava por alguns instantes no pequeno zoológico brincando com os bichinhos; naquela tarde, um toque de acordeão me chamou a atenção, era uma mulher que cantava e tocava gaita fazendo um trabalho para crianças. Ela nos reuniu e ensinou um cântico que dizia:
                   "Estou alegre / Estou alegre /
                  Segunda, Têrça, Quarta, Quinta /
                  Sexta, Sábado e Domingo./
                  Estou Alegre / Estou alegre /
                  Porque Cristo é o meu Bom Pastor."
   Após o cântico ensinado, ela já tinha um flanelógrafo montado, e nele colocou as figuras de uma mulher e duas crianças, um menino e uma menina. Contou-nos a seguinte história: A mulher que vestia um avental velho e remendado era mãe das crianças, era viúva e trabalhava lavando roupas para criar os seus filhos. Mas as crianças eram muito traquinas e na distração da mãe, foram a uma pequena mata e mexeram com um ninho de marimbondos. Atacadas pelos insetos ferozes, correram para os braços da mãe. A mãe sem pensar muito levantou o avental e abrigou os filhos. A seguir, a senhora do acordeon, colocou no flanelófrafo a imagem da mãe com o rosto e braços completamente inchados pelos ferrões dos marimbondos. Moral da história: Deus viu que nós, os seus filhos estávamos em perigo neste mundo e blá,blá,blá...mandou o seu filho Jesus para sofrer em nosso lugar e nos salvar e o sofrimento de Nosso Senhor Jesus Cristo foi tanto, que Ele morreu na cruz.
   Como as crianças gostam de histórias, nós houvimos atentamente. Depois, ele perguntou se alguém queria aceitar a Jesus como salvador e ajudador do papai e da mamãe.
   Eu levantei a minha mão. Lembro que ela colocou a mão na minha cabeça e me entregou a Jesus.  Ao chegar em casa a minha mãe quase me surrou e disse que eu não devia andar com crentes e que tínhamos religião.
   Aquela mulher tinha a seguinte aparência física: Era bem forte, muito branca, cabelos louros tipo óxigenados, falava com com pouco sotaque. Anos depois eu descobriria que ela era missionária vinda da Suécia e pregava na Igreja Batista Independente ( ou Bethel, salve engano).
   A Minha primeira imposição de mãos foi feita por uma serva de Deus que veio de outra parte do mundo. E aquele acordeon me despertou para a música, o ano era 1954.
   =Dois anos depois, quando eu tinha 9 anos de idade, uma carroça com toldo puxada por dois cavalos e na boléia um homem velho com uma mulher jovem aparentando trinta ou quarenta anos, estacionou no pátio do casebre em que morávamos e pediram para passar anoite ali.  Lá pelas 18 horas, a mulher pediu á minha mãe permissão para fazer a janta no nosso fogão e assim jantaríamos com eles. Pronto o jantar, a mulher foi á carroça e pegou duas Bíblias e dois livrinhos, eram hinários. Então se apresentaram dizendo que eram crentes em Jesus e que estavam em viagem de evangelização, ele se chamava Francisco e era evangelista da Igreja Assembléia de Deus da cidade de União da Vitória, ele ficara viúvo e já velho, Deus falara a ela para que o acompanhasse no Ministério. Fizeram um devocional, cantaram dois hinos, o primeiro dizia "ó, que descanso em Jesus encontrei / Cristo pra mim / Cristo pra mim"; o segundo dizia "Quando o sol brilhar em qualquer lugar/ Tu precisa de Jesus."  Depois leram a Biblia, ensinaram e oraram. Fizeram o clássico apelo para aceitarmos a Jeus como Salvador, e depois jantamos.
   =No ano de 1959 a Tenda de Jesus da Igreja do Evangelho Quadrangular chegou à cidade com o Pr. Mariano de Castro. no final desse ano alugaram um imóvel na Av. Ernesto Vilela em frente a Fábrica de Móveis Pietrobelli onde eu trabalha mesmo sendo menino, aquele Tabernáculo tinha como titular um pastor chamado Adelmo Barbosa de Sousa, farmacêutico formado em Salvador-BA.No início de 1961 o pastor foi substituido pelo Pr. Emilio Endress, que tinha aberto a IEQ no Rio Grande do Sul e tinha sido pastor em Joinville onde se casou, pioneiro em Vitória-ES. Então, eu achei que tinha idade para me batizar.
  
  Para não esquecer esses acontecimentos, eu usava em Rádio uma vinheta que dizia mais ou menos assim "...Aos 7 anos de idade viu a Luz. Aos 9 anos recebeu a presença do Cristo...", isso por causa da pregação na Praça José Hoffman e da visita do evangelista "seu" Francisco em minha casa em 1.956.
  
   =Como esquecer a primeira pregação? Como esquecer a primeira imposição de mãos? E o primeiro pastor?Deus não chama ninguém por acaso.
                      Até a próxima, irmãos. Rev. A. Pedro Silva.

  

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011


O SENHOR JESUS DISSE: " JÁ NÃO VOS CHAMO SERVOS, MAS AMIGOS".

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O MILAGRE DO PEQUENO PIANISTA

O MILAGRE DO PEQUENO PIANISTA

Aquele Ari Rodrigues da Silva, de Bagé, agora era pastor de sucesso na cidade de Santana do Livramento. Era o ano de 1.966 e a saudade entre nós era mútua. Assim, o agora Rev. Ari, me convidou para ajudá-lo a evangelizar Santana do Livramento. O Rev. Ari, como se chamava, tinha alugado um novo local que era um cinema perto da Linha Divisória. Chegando lá, iniciei uma campanha evangelística que duraria três meses, com a participação da missionária Eva, e outros que auxiliavam o Rev. Ari Rodrigues da Silva. Certo dia, lá nas reuniões no cinema, apareceu um homem gravando todas as reuniões, assim o fez por dois ou três dias. No último dia, ele pediu para falar conosco. O homem se identificou como fabricante de pianos numa cidade do interior de Santa Catarina, e contou-nos que o seu filho era um menino prodígio, ainda criança, fora convidado para tocar fora do Brasil, sendo que ganhara uma bolsa de estudos e estivera na Europa, tornando-se um concertista. Porém, ainda de menor idade, começou a ficar surdo e também contraiu uma doença rara que fazia com que ele ouvisse os sons sempre invertidos, assim, ele não podia mais tocar piano porque ao acionar uma nota, ouvia outra que não existia. Ao perceber que não havia cura para o filho, os pais ficaram desesperados, foi então que alguém passou por Rivera e Santana do Livramento e ouviu falar dos acontecimentos que se davam na Cruzada (antigamente, a IEQ era conhecida como "Cruzada")e voltando para casa espalhou pela pequena cidade. O fabricante de pianos se propôs em buscar tal recurso em Santana do Livramento. Ele preparou o gravador e disse: "Eu tenho certeza de que ao ouvir a gravação o meu filho ficará curado. Primeiramente o Rev. Ari orou, depois a missionária Eva, e por final eu orei. Todos repreendemos a surdez. Quinze dias depois, eu recebi uma correspondência em meu nome que contava a seguinte história: " Presados missionários, ao chegar em casa, reuní a família à noite e convidei os vizinhos que esperavam ansiosos o meu regresso. Falei sobre os senhores e as suas orações e sobre os testemunhos que ouví, depois, liguei o gravador. Quando vocês terminaram as orações, o meu filho, disse: pai, eu estou ouvindo perfeitamente, quero tocar o piano. Ao executar um exercício, tudo saiu perfeito. A partir desse dia, os vizinhos passaram a se reunir em minha casa para ouvir a gravação e estão sendo curados, inclusive a minha esposa recebeu curas." Eu respondi a sua carta e o orientei a que procurasse uma Igreja na região, que se chamasse Igreja do Evangelho Quadrangular e que a frequentasse mesmo que fosse longe, caso não houvesse uma, que me enviasse uma lista de Igrejas mais próximas e eu o orientaria. Guardei essa carta por muitos anos, depois, perdeu-se no tempo e nas minhas mudanças, que não foram poucas, sempre com a intenção de implantar no Brasil essa nova Igreja chamada Quadrangular quer pregando, quer fazendo música... " Paulo plantou, Apólo regou, e Deus deu o crescimento." I Cor.3:6 a 9. A nossa vida na evangelização não foi fácil, pagamos um preço alto na preparação do caminho para os que estão hoje no ministério e já chegaram numa Igreja Organizada sem saber o que é chegar numa cidade, sem recursos financeiros, sem ser conhecido, longe de casa, sendo detidos, sendo presos por pregar o Evangelho, sem querer recompensas na Terra, auxiliando como cooperadores.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A MEMINA CEGA DE CACHOEIRA DO SUL Com Prs. Lauro de Castro e Raul de Castro/Convenção Nacional 1968


terça-feira, 13 de julho de 2010



Através do meu ministério Deus operou muitos milagres em O Nome de Jesus. Muitas pessoas de igreja, hoje, e até mesmo pregadores dizem nunca terem visto milagres como nos dias apostólicos e que são poucos os operadores de milagres em O Nome de Jesus. Pois me disponho a contar alguns dos muitos que aconteceram comigo.Vou apresentá-los aleatóriamente.
Por volta de 1982/83 eu vim descansar no Estado do Rio Grande do Sul a convite de um amigo, chegando aqui, fui convidado pelos Revs. Joel Villon e Antonio Pinheiro para visitarmos a cidade de Cachoeira do Sul que estava sendo pastoreada pelo Rev. Reinaldo Santos e Silva. Naquela visita o Pr. Reinaldo me fez um convite para fazer uma campanha evangelística na sua cidade. Prontamente, pedi-lhe 3 dias para jejuar, após os três dias iniciamos a campanha.
Uma grande multidão apareceu no primeiro dia, mas no segundo dia o Templo não comportava a multidão então fomos para o ar livre, improvisamos um tablado e o Espirito Santo falou ao meu coração: “ Faça uma Caminhada Apostólica!” Não fui desobediente e o Pr. Reinaldo consentiu.
Naquela reunião compareceu um casal que tinha uma filha que era cega de nascença. Durante a reunião ele estava com a criança no colo. Na hora da oração o Espírito me disse: “É agora a hora da Caminhada Apostólica! Faça assim e assim!” Iniciamos a caminhada, orando pelo povo. Em dado momento, notei que aquela criança nos acompanhava com os olhos por onde nos movíamos. Chamei o Pr. Reinaldo e disse-lhe: A menina está enxergando! O Pr conferiu e assentiu com a cabeça. Fui até o pai da menina e disse-lhe: “ Pode abrir os olhos e olhar para a sua filha por que ela está enxergando!” A menina estava alçi como se nada tivesse acontecido, mas depois que o seu pai começou a chorar, ela caiu em si e fez um berreiro.
Dois anos depois, eu passei por Cachoeira do Sul e visitei a Igreja, a mãe da menina me procurou levando-a e pediu que eu orasse e lhe desse uns conselhos porque ela estava tirando notas baixas no colégio. Louvado seja o nome do Senhor Jesus Cristo! (Para sempre seja louvado!)
Amigos, aguardem a continuação desta postagem com muitas coisas boas.
Dia 15/07 tem mais. Até logo!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Com Pr. Odilon de Moraes na IEQ de Valinhos-SP/1977(?) Casamento do Antoninho Gardim.